21 de maio de 2010

Um agradecimento especial!

À tia Ale!

Um montão de presentinhos para a Manuela, tudo guardado pela Ale com muito cuidado e carinho.


Só temos a agradecer e prometer cuidar de tudo direitinho.


20 de maio de 2010

Menin....................................... !

E o bebê quis!

Amanheceu chovendo e frio em São Bernardo. Hoje a família toda vai acordar cedo. Saímos, eu, Lu e vovó de casa, encontramos a Si em frente à Uip. O pai foi direto para o laboratório. Um trânsito pior que o de costume. Terrível. São Paulo com chuva é assim mesmo, mas justo hoje (?), sim, para completar a ansiedade.

Chegamos todos juntos e atrasados no laboratório no Paraíso, conseqüência 1 hora de atraso para o exame, afinal nada mais justo que as pessoas que chegaram no horário serem atendidas antes e em seu horário.

Finalmente fui chamada e a caravana levantou e foi autorizada a entrada de todos (tias Lu e Si, vovó Iracema e claro o papai). Imagina a “bagunça” com cinco pessoas ansiosas aguardando a realização do exame.

A Dra Silvia começou o exame e disse que faria as outras verificações, até que o bebe estivesse numa posição que possibilitasse ver o sexo. Tudo tranqüilo coraçãozinho batendo rápido e forte, incrível como cresceu está com 16 centímetros agora e dá para ver com mais perfeição os ossinhos, fêmur, úmero, coluninha e o sexo!

A Si foi a primeira a descobrir! É menina! É menina! Antes mesmo da médica. Todos começaram a comemorar, uma bagunça e “gritos”. A médica ficou um pouco irritada com a comemoração e continuou com o exame, mas foi impossível “calar” a família. Depois ela entendeu a emoção e ficou tudo em paz!

Bem vinda Manuela!

Parabéns papai!

Obrigada família!




(Lu, está contado! rs)

18 de maio de 2010

Menino ou menina II

“Faltam 24 hs!”

A primeira mensagem do dia, como se não bastasse minha própria ansiedade com a contagem regressiva, o papai também se demonstrou ansioso, logo cedo, com o ultrassom de amanhã.

Até sonhar sonhei, algo nada normal pra uma pessoa que raramente lembra dos seus sonhos, mas não esquece os pesadelos.
Sonhei que estávamos todos no laboratório, saí da sala de ultrassom decepcionada, como não conseguimos saber se será menino ou menina, pode?

“Pode”

É a mais pura realidade, se o bebê estiver com soninho, quietinho, na mesma posição, é possível que tenhamos que aguardar mais um mês. Ai ai, seria mais um mês de muita expectativa, ansiedade, curiosidade... e só depende dele (o bebê) rss

A nós, só resta esperar até amanhã ou até o mês que vem...

17 de maio de 2010

Parto nornal, humanizado, natural

"Bom dia.

Acho que ainda não me apresentei à lista.
Sou Andrea, tenho 34 anos, advogada em São Paulo-SP e grávida de 17 semanas do meu primeiro filho/filha.

Conheci o grupo pesquisando sobre gravidez e parto, estava bastante confiante no meu obstetra, quando perguntei-lhe sobre tipos e complicações de parto, ele adiou a conversa para uma próxima consulta...

Sobre a matéria divulgada no uol, concordo com o Dr Ricardo Herbert Jones:
"Na verdade, é muito mais importante humanizar o hospital do que tratar de partos domiciliares, porque a imensa maioria dos nascimentos no Brasil vai acontecer no hospital”.

E ainda acrescento, no meu humilde e restrito conhecimento do assunto, que é necessário humanizar os profissionais da área. Pelo que li até agora sobre as mulheres que tiveram uma desne-cesárea, elas foram induzidas pelo seu médico, que por qualquer motivo que na verdade não justifica uma cesárea, indicaram esse procedimento como necessário para sua saúde e do seu bebe.

Eu ainda não tenho um plano de parto, ainda não consegui definir meu parto natural.
Pelas consultas com meu agradável GO sei que ele indicará uma desne-cesárea diante de qualquer sinal que para ele nos coloque em risco. Sei que questionarei, mas não adiantará ir contra seus princípios. Se não estou satisfeita, tenho a opção de trocar, certo?

Errado. Tenho a opção de trocar por um outro GO que atenda meu plano de saúde. Mas qual médico que atende por plano de saúde aceitaria um parto humanizado? Não tenho notícias de nenhum, pelo menos os contatos que fiz com profissionais humanizados, ninguém soube indicar.

O que resta, seria um parto particular. Mas quem tem capacidade financeira de arcar com as despesas necessárias para um parto particular, seja hospitalar ou domiciliar?

Os raríssimos profissionais que atendem parto humanizado têm seu valor. Tanto valor profissional e moral, como valor financeiro. Não estou criticando-os. Admiro suas postura, garra e luta por mudanças na visão do parto normal em nosso país. Mas eles são acessíveis à uma pequeníssima parcela das gestantes.

Minha crítica é para os profissionais que criaram a cultura da cesárea. Os riscos cesárea x parto normal é divulgado e está à disposição de todos. Sendo os riscos de uma cesárea absurdamente maiores do que do parto normal, tendo nosso organismo (feminino) sido criado por Deus com a possibilidade maravilhosa de gestar, parir e ser mãe, por que quem mais entende, ou deveria entender, indica um procedimento que pode ser prejudicial e comprometer o nascimento do bebe?

Já li depoimentos de mães traumatizadas com suas cesáreas e principalmente revoltadas com a indicação de uma desne-cesárea, tomadas de surpresa num momento de emoção, a hora do parto e depois ao conhecerem o parto humanizado sentirem-se enganadas por seus médicos.

Desculpem o desabafo.
Minha indignação é com as dificuldades e obstáculos que encontramos para termos seguramente nossos filhos de forma natural, como Deus idealizou. "



Não entendeu nada? O texto acima seria uma resposta ou comentário que escrevi para enviar à uma lista/grupo virtual que participo de gestantes, mães e profissionais do parto humanizado e que resolvi não enviar, mas quis publicar aqui.

Essa foi uma das coisas que mais me surpreendeu nesta gestação, até o momento: o dilema parto normal x cesárea. Acredito que quem nunca engravidou, nunca tenha pesquisado e conhecido o assunto mais profundamente, como eu.

Fiquei surpresa e até decepcionada como puderam perceber no meu relato. É isso.

Ah, o link para a matéria citada:

http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2010/05/13/parto-humanizado-nao-e-sinonimo-de-dar-a-luz-em-casa-como-fez-gisele-bundchen.jhtm

11 de maio de 2010

Menino ou menina

Diante da probabilidade de não acertar, optamos por não saber o palpite da Dra Sandra durante o Ultrassom do 1º Trimestre, o que realiza o exame chamado de translucencia nucal onde é possível constatar se há alguma alteração cromossômica, má-formação ou alguma síndrome genética. Um resultado normal não descarta, mas reduz as possibilidades do bebe ter alguma síndrome. Nosso bebê está normal! Confesso que o resultado nos conforta um pouco e que ele gera uma grande expectativa, e como nesse período de gestação (13 semanas) ainda não é possível sentir o bebe na barriga, vê-lo bem no US tranqüiliza.

Voltando ao menino ou menina, a intuição da mamãe aqui diz que é um menino, puro achismo, deve ser coisa de grávida. Aliás depois que engravidei, não consegui escolher ou ter preferência entre menino ou menina, quero que meu filho venha com saúde e seja feliz.

Eu sempre achei que preferia menina. Quando a Isabella nasceu então, só tinha olhos para meninas, tudo rosa, cheio de frescurinhas, mimos e detalhes, um doce de criança, delicada, meiga, charmosa. Uma família com 3 irmãs, não tínhamos convivência dentro de casa com meninos.

Foi ficar grávida que tudo que penso para bebe e “escolho” é para menino. Os quartos de menino parecem mais aconchegantes, tranqüilos, lindos. As roupinhas para bebes meninos parecem perfeitas para meu filho.

Conclusão, realmente não tenho preferência. Achava que tinha preferência por menina. Agora me vejo mãe de um garotão, danado como o Du (seu priminho).

Logo depois do ultrassom do 1º trimestre, a pergunta que não quer calar: menino ou menina? “Não acredito que vocês não quiseram saber!”. A família inteira inconformada. Eu estava tranqüila, curtindo o momento da gravidez (os enjôos, sono, chatice) e nada preocupada em saber o sexo do bebe naquele momento.

ESTAVA! Não estou mais, fiquei curiosa. Todo mundo curioso para saber, todo mundo perguntando... fui contagiada.
Também comecei a pensar mais objetivamente no quarto para o bebe, as coisinhas pra ele, vontade de comprar de tudo e até agora só comprei algumas fraldas.

Estou me segurando para as compras porque quero escolher a roupa de menino ou de menina mesmo! Tem muita coisa linda unisex. Mas agora quero saber! Quero comprar rosa ou azul! Com florzinha ou bichos!

O próximo ultrassom será na próxima semana, está próximo e a ansiedade e curiosidade são imensas! Até lá...

10 de maio de 2010

Inspiração

Não podia deixar de dedicar um espaço aos meus adorados, lindos e apaixonantes sobrinhos. Dudu e Isabela.

Com eles conheci um amor diferente. Não entendia o que era o amor incondicional. Com eles entendi e aprendi a enxergar o amor que tenho por minha família.

A diferença com Dud’s e Isabella é que tudo é mais intenso, não tenho explicação, nasceu junto com eles. Mesmo não sendo mãe, nasce um sentimento de proteção, preocupação, dedicação. Não sei se é porque acompanhei os bebes desde a barriga da Si (mamãe), se é por saber que tem nosso sangue, se o convívio e acompanhamento. Mas sei que são sentimentos que não lembro de ter sentido antes.

Uma emoção com cada conquista deles. Desde o nascimento saudável, o primeiro sorriso, palavras, passos, vontade de estar sempre ao lado, fazer suas vontades e brincar e brincar e brincar, incansavelmente. Claro que essa parte antes de engravidar, porque nas 15 primeiras semanas, faltou disposição para brincar com eles.

Por isso o título desse post “inspiração”. Meus sobrinhos são fonte de inspiração para meu desejo de ser mãe. Claro que existem outras fontes de inspiração, que dizem que toda mulher nasce com esse desejo e que outros fatos decisivos influenciaram, mas com eles acho que vi a possibilidade de ser mãe e tive a coragem para trazer a esse mundo um bebe, que devemos criar, educar, nutrir, amar, curtir, mimar, cuidar, proteger e ponderar a intensidade de tudo isso.

Para não roubá-los (*rs) dos pais (Si e Marcelo), melhor criar o nosso (meu e do papai Marcos)!

3 de maio de 2010

... com a natureza

Quanta transformação! Que mágica é essa!?

Infelizmente só me dei conta da maravilha que é a gestação quando comecei a passar por ela. A gente não vê ou percebe nada no comecinho da gravidez. Barriga um pouco mais dura, cólicas “menstruais”, sensações de uma TPM, sim tudo muito semelhante à fase pré-menstrual, o que me deixou confusa.

Mas logo comecei a sentir as mudanças, difíceis de explicar muitas vezes.
Não foram somente alterações físicas ou fisiológicas. Há outras tantas. De humor, do sono, de instinto, de vontades, de recolhimento, “isolamento”, enjoamento.

Às vezes perguntam o que mudou, o que estou sentindo de diferente? Para não começar a “viajar”, geralmente, limito a dizer que continuo enjoada, aliás, enjôo de grávida (pelo menos pra mim) é diferente de qualquer enjôo, mal estar ou sensação sentidos anteriormente, é inexplicável porque não é enjôo, é sensação, é mal estar, é uma digestão lenta, uma falta de apetite, um enjoamento da pessoa! (rs) É fiquei mais enjoada e chata pra tudo. E com mais sono, muito sono.

Nas primeiras semanas a vontade de isolamento era profunda, pode ser por causa do excesso de sono, que segundo leituras que fiz vêm em virtude do aumento dos hormônios e preparação do corpo para a gestação.

É a natureza agindo, preparando o corpo feminino para o desenvolvimento, nutrição, crescimento e tudo mais necessário ao embrião / feto, que durante algumas semanas serão fornecidos pela mãe.

E como cresce esse bebê! Com 8 semanas tinha 170 milímetros, com 14 semanas aproximadamente 6 centímetros! Acompanhar a velocidade do seu desenvolvimento é fantástico, incrível. Um ser tão pititico há alguns dias, a cada dia ganha milhares de células, desenvolve-se perfeitamente.

Só assim para compreender porque a gestação de um ser humano demora 40 semanas. É a perfeição da criação do complexo organismo humano e o melhor, aqui dentro de mim dia após dia.

É uma sensação MARAVILHOSA. Tudo acontece inconscientemente, naturalmente.

Junto com a desconfiança da gravidez, vieram alguns sintomas. A mudança no apetite foi gritante. Considero que já tinha uma alimentação razoável (tirando a sempre vontade louca por guloseimas), pelo menos durante a semana, evitando frituras, incluindo legumes e verduras diversificados nas refeições diárias, preferência por carnes brancas - não resistindo à uma picanha mal passada, mas rejeitando carnes cruas (rs), deixando alguns abusos para os finais de semana, como pizza, massas, comida chinesa, mexicana e outras coisitas mais. Mas passei a ter aversão por alguns alimentos como frituras, comidas condimentadas, massas, feijão, até à pizza até hoje evito comer, mais por difícil digestão, do que aversão! E o leite que já não tomava, passei a recusar também seus derivados. Tentei de tudo no intuito de ingerir cálcio, queijo branco, iogurtes diversos, danoninho, yakult, leite desnatado batido com ovomaltine. Nada, até hoje não consigo comer nada disso com certa freqüência. Mas já estou tomando suplemento vitamínico com cálcio. Até comida bastante temperada com alho estou rejeitando, quem conhece sabe como adoro alho em tudo!!

Só de lembrar para escrever aqui sobre o alho, já dá uma travada, um certo enjôo!
Acreditem, até o chocolate essencial nas minhas TPM’s ficou abandonado, meu Ovo de Páscoa ainda está no armário de casa.

Olhando com outros olhos é tudo estratégia da natureza. Pra mim, nenhum desses alimentos – acho que tirando o alho – são saudáveis e indispensáveis ao nosso organismo, pelo contrário, podem trazer conseqüências desastrosas como colesterol e ganho de peso. Com a dieta do enjôo perdi 2 quilos.

E as mudanças não vêem junto com o diagnóstico da gravidez, elas o antecederam bastante e eu ficava tentando identificar o que tinha comido para estar enjoada e com a digestão lenta ou parada. Com o diagnóstico foi fácil compreender tudo.

A mudança com a alimentação é apenas uma das transformações sentidas além de muitas outras, só um exemplo do que mudou e acredito que com o único objetivo de proporcionar o melhor, o mais saudável para o meu filho. Parece algo como instinto materno antes mesmo do meu bebê nascer!